10 ago
2012

O post a não ser lido sobre minhas impressões ininteligíveis

Na quinta-feira passada, dia 9 de agosto, fui para a ECA novamente. Desta vez, para ouvir o que Octávio Kulesz tinha a dizer, e fiquei bastante feliz com o que ouvi. Não o conhecia bem e tive a felicidade de ouvir dele próprio suas impressões a respeito de seus trabalhos e daquilo que ele espera do futuro do livro (e lógico, da leitura).

A seguir, estão minhas anotações e preciso dizer que só estão aqui por um motivo supersimples: para me lembrar. Digo isso porque talvez alguém queira ler a sequência, mas –convenhamos– as chances de entender anotações de outras pessoas são muito baixas e acredito que as minhas estão sem pé nem cabeça.

Havendo dito isso e desculpando-me, deixo algo mais sólido, senão o link para o próprio trabalho de Kulesz. Trata-se de uma pesquisa sobre digital publishing em países em desenvolvimento. Ainda não o li, mas já baixei o material para a minha pequena lista de obras a serem lidas. Haha…

***

  • Apple (agência): loja on-line (iTunes, Apple Store, iBook Store), uma empresa de computadores;
  • Amazon (revenda): distribuidora, fagocita outros elos na cadeia;
    • Competem com as editoras tradicionais;
    • Auto-publicação;
  • #1. Cópia: um preço para baixar uma vez;
    • O preço de um livro impresso é por conta do número de páginas(?);
    • Um manual chinês complicado pode ser mais caro que uma longa novela;
    • Um livro que baixamos volta após 100 anos(?). Verificar;
  • #2. Assinatura: Elsevier, Springer;
    • Preço por coleção (Geografia, p. ex. 1000,00; Geo + Soc: 2000,00);
  • #3.Open Access: o leitor não paga nada;
    • Jornais online: não pago;
      • Problemas: pouco dinheiro de publicidade;
    • Modelo Freemium é o futuro?;
    • Software as a Service;
    • Parece que há que se oferecer algo que resolva a vida das pessoas;
  • Não existe apenas uma forma de formato digital: a cultura influencia muito;
  • A Amazon vai iniciar digitalmente no Brasil, o que mostra uma característica brasileira(?);
  • Gato Sabido;
  • Xeriph;
  • iPad no Brasil: transferência de tecnologia;
  • África Subsaariana: digital somente na ponta social superior;
  • ONG: Worldreader: doação de dispositivos eletrônicos como o Kindle. (Horrível);
  • OLPC: problema de teclado: ampliam o problema;
  • Celulares: projetos de distribuição de conteúdo. Todos têm celulares, não bibliotecas;
    • Conto por celulares: áudio livros;
    • Há que se vender capítulos!
  • Rússia: avançados na produção digital. Lojas virtuais por cópia, assinaturas etc;
  • POD
  • China
    • “50% é made in China”
    • Gigantes de e-commerce:  Shanda (iniciando seu próprio sistema operacional)
    • “Ebay é um tubarão no oceano. Eu sou um crocodilo no rio. Fico onde é meu lugar”.
  • Três dicas
    • 1. Formação (acadêmica) e conhecimentos de programação;
    • 2. Video-games: ecossistema novo;
    • 3. P&D: para os problemas locais;
      • O público leitor está ficando cada vez mais específico;
      • Livros de cozinha japonesa, indiana etc;
      • Pirataria como sintoma, problema econômico como raiz. (Genial!);
      • Técnica x Comercial;
      • O editor não vai sumir;
      • “Não saltar intermediários, mas migrá-los”.

2 Comments

  • Autêntico!! : )

    • Valeu, Rose! Acho que é o único comentário possível neste caso!

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