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	<title>André Jun Nishizawa</title>
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	<description>Marketing e Gerenciamento de Projetos Editoriais</description>
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		<title>Salve aos cariocas&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; que já são os que mais acessam este site!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; que já são os que mais acessam este site!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.best-beaches.com/wp-content/uploads/2011/05/ipanema.jpg" alt="" width="590" height="421" /></p>
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		<title>Treidando de casa</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 11:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeira]]></category>
		<category><![CDATA[Home office]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Trader]]></category>

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		<description><![CDATA[Após alguns meses, finalmente tenho tempo de reunir algumas ideias sobre o trading a partir de um home office. Provavelmente, os itens na imagem não esgotam todos os assuntos que precisam ser abordados quando de fala do trabalho do trader, mas acho que aqui já temos um bom começo! Então, comecemos os comentários! Computador Processador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após alguns meses, finalmente tenho tempo de reunir algumas ideias sobre o trading a partir de um home office. Provavelmente, os itens na imagem não esgotam todos os assuntos que precisam ser abordados quando de fala do trabalho do trader, mas acho que aqui já temos um bom começo!</p>
<p><a href="http://nishizawa.com.br/jun/wp-content/uploads/2012/05/Treidando-de-casa.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-464" title="Treidando-de-casa" src="http://nishizawa.com.br/jun/wp-content/uploads/2012/05/Treidando-de-casa.png" alt="" width="792" height="427" /></a></p>
<p>Então, comecemos os comentários!</p>
<h1>Computador</h1>
<h2>Processador</h2>
<p>Ao falar de processamento, pensa-se basicamente na velocidade da máquina. Apesar de ser item bastante importante para o trader, acredito que há pouca dificuldade neste assunto, pois as pessoas tem se tornado bastante conhecedoras de computadores &#8212; talvez não conheçam muito sobre nomes técnicos, mas sabem quando uma máquina é lenta ou rápida. Além disso, parece-me que a maior dificuldade atualmente não se dá no processamento, mas na memória (?). Isso é assunto do próximo tópico.</p>
<h2>RAM</h2>
<p>Acredito que ter uma boa quantidade de memória RAM é fundamental. Digo isso pelo fato de que a maioria dos usuários avançados utilizam vários programas ao mesmo tempo. Talvez alguém diga que só usa o navegador, mas tem 30 abas abertas, e isso também consome memória. Basta haver um Photoshop, ou um editor, ou qualquer outro programa aberto e pronto! A máquina já está lenta. Tenho 4 Gb de RAM e acho pouco &#8212; felizes aqueles que já chegaram nos 8 Gb!</p>
<h2>Link de internet</h2>
<p>Quem nunca teve problemas com NET, Speedy etc? O que se diz por aí é o seguinte: é interessante que se tenha 2 links diferentes. Assim, caso o primeiro falhe, ainda existe o segundo para salvar a pele &#8212; se imaginarmos que poderíamos estar operando ou realizando alguma análise, o segundo link vai nos livrar de muito estresse.</p>
<p>Fico a imaginar um day trader que opera alavancado no tempo gráfico de 1 minuto. Que desastre!</p>
<h3>Assessor</h3>
<p>Pensando nos diversos problemas que uma falha de conexão pode causar, listei dois tópicos que &#8211;acredito&#8211; podem auxiliar a diminuir o estresse com perdas de conexão. Acredito que o primeiro item é ter o telefone de seu Assessor de Investimentos à mão. Não interessa se está no celular, no tablet ou no post-it &#8212; tem de estar fácil! É válido lembrar que não adianta estar no e-mail, afinal a conexão não estará funcionando.</p>
<h3>Stop</h3>
<p>Talvez o stop devesse estar antes do Assessor de Investimentos por uma questão de princípio: é sempre importante ter nossa rede de segurança enquanto tentamos andar pela corda bamba. Veja: se o stop já estava configurado e o mercado voltou (subiu ou desceu), você já está fora de sua posição, e nem precisou ligar para a corretora.</p>
<p>Logicamente, estou supondo que o trade como um todo já estava montado antes de uma possível queda de conexão ou falha do home broker. Assim, há tempo suficiente para se encontrar o número do Assessor e ver o que está acontecendo. Se o mercado &#8211;por qualquer motivo&#8211; avançou ou retornou, você já está fora: estopado ou porque atingiu o alvo. Que magavilha.</p>
<h1>Monitor</h1>
<h2>Largura x Preço x Quantidade</h2>
<p>Em breve reflexão, achei que seria melhor colocar as 3 características acima em uma única relação: para saber a largura do monitor, é preciso saber quantos monitores se pretende comprar. Alguém poderia comprar até mesmo 6 monitores, mas haveria espaço? Ou ainda: saberia trabalhar com tantas telas assim? Por fim, existiria uma questão orçamentária, ficaria caro?</p>
<p>Assim, penso que pode ser mais interessante (para alguém) ter apenas 2 monitores de 17 polegadas cada do que 6 monitores gigantescos de 23 polegadas. O preço diminui significativamente e o trader pode adicionar monitores à medida que aumenta seu nível de conforto com mais telas.</p>
<h1>Cadeira</h1>
<h2>Preço</h2>
<p>Com a facilidade logística que se tem atualmente, acredito que comprar uma boa cadeira ficou bem mais fácil. Acho que deve-se pesquisar bem, sim &#8212; gastar algumas boas horas, talvez alguns dias para ter certeza de que a cadeira escolhida vai atender às reais necessidades de cada profissional. Ademais, acredito que aquela cadeira cool que encontramos na TokStok pode ser também encontrada em outros pontos de venda, lojas, distribuidores etc por preços mais convidativos. Afinal, estamos na era da internet, pessoal.</p>
<h2>Encosto</h2>
<p>Parto do princípio de que o encosto deve ir até a região da cabeça. Manja quando você precisa dar aquela espreguiçada e depois repousar a cachola?</p>
<h2>Altura</h2>
<p>Tem de haver controle para altura do assento &#8212; ficar com o pé balançando não é legal. Geralmente, nas organizações as pessoas precisam comprar aqueles objetos para repousar os pés. Nunca entendi isso: economiza-se na cadeira e gasta-se naquele objeto para ser pisado. Algumas versões mais modernosas vêm com aquele belo controle de balanço &#8212; é fantástico.</p>
<h2>Material</h2>
<p>Quem já utilizou uma cadeira com encosto de couro sabe como ela pode ser relaxante justamente nos momentos em que mais precisamos relaxar. Assim, é importante levar em consideração o material utilizado na composição da peça. Estou namorando alguns modelos há meses, mas confesso que ainda não me decidi.</p>
<h1>Mesa</h1>
<h2>Largura</h2>
<p>Lembre-se de que a mesa terá de sustentar todos os monitores que você irá adquirir. Além disso, uma impressora ou uma multi-funcional ocupará bom espaço. Some a isso mais alguma área que será necessária para canetas e papéis, muitos papéis!</p>
<h2>Altura</h2>
<p>Acho que essa é uma questão mais difícil de ser trabalhada, mas o que percebo é o seguinte: as mesas geralmente vêm em uma determinada altura padrão que geralmente não atende a todos os clientes já que uns são altos e outros mais baixos. Assim, é comum encontrarmos pessoas que sobem a cadeira já que a mesa é muito alta. Assim, ficam com os pés balançando, obrigando-as a comprarem os apoios para pés. Percebem como um &#8220;problema&#8221; cria outro?</p>
<h2>Limpeza (5S)</h2>
<p>Por fim, mas não menos importante: a limpeza. Se você ainda não leu nada sobre 5S, sugiro que clique aqui e se informe. Manter a estação de trabalho limpa e organizada é o primeiro e obrigatório passo para bons trades.</p>
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		<title>Trading e o aquele papo de eficácia e eficiência</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 12:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Mini-índice]]></category>
		<category><![CDATA[Trade]]></category>

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		<description><![CDATA[Se ser eficaz significa atingir objetivos e ser eficiente significa fazer do modo mais rápido, então, o trader eficaz e eficiente é aquele que ao atingir o alvo faz a realização o maior número de vezes possível em um determinado período de tempo. Logo, pensando no mini-índice, suponhamos que o alvo de um determinado day [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se ser eficaz significa atingir objetivos e ser eficiente significa fazer do modo mais rápido, então, o trader eficaz e eficiente é aquele que ao atingir o alvo faz a realização o maior número de vezes possível em um determinado período de tempo.</p>
<p>Logo, pensando no mini-índice, suponhamos que o alvo de um determinado day trader seja 150 pontos. Se esse profissional for apenas eficaz, atingirá 150 pontos em determinado dia do pregão e fará a realização. Talvez ele o faça logo na primeira hora, ou no final do dia ou ainda entre na primeira hora e apenas realizar no final do dia.</p>
<p>Entretanto, se quiser ser eficiente, irá fazer essa mesma operação mais vezes no mesmo período de tempo. Assim, (desconsiderando as questões do gasto com corretagem) esse mesmo day trader se sentirá compelido a fazer o maior número de operações possível no mesmo dia. Portanto, ao invés de entrar em uma operação no início do dia e sair dela no final do pregão, vai preferir fazer 2, 3, 4 ou até mais operações no mesmo dia.</p>
<p>Logicamente, estou fazendo uma análise bastante superficial da situação de um day trader durante um dia de pregão. Afinal, há outras variáveis que influenciam diretamente a questão do operar mais vezes no dia. Uma dessas variáveis é a própria corretagem que pode tornar as operações pouco lucrativas. Outra variável é o fato do trader possuir um setup (ou mais) para operar &#8212; e a questão de ser disciplinado o suficiente para ter sucesso nesse mesmo setup. Uma terceira variável &#8211;e não menos importante&#8211; é o próprio mercado: afinal, um trade bem-realizado pela manhã (que gerou digamos 200 pontos) pode simplesmente não surgir à tarde; ou pior, um segundo, terceiro ou quarto trade podem nos estopar uma ou várias vezes. Essas más experiências podem influenciar negativamente a atuação do mesmo trader.</p>
<p>Havendo dito isso, seria interessante entrarmos na questão dos aspectos psicológicos do trader, mas isso fica para outra oportunidade. Até mais!</p>
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		<title>Keynes e a Análise Técnica</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 18:56:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Keynes]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro Stormer]]></category>

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		<description><![CDATA[Após a leitura de muito conteúdo a respeito da Análise Técnica (LeandroStormer, Pregão ao Vivo da XP, Jesse Livermore, The New Market Wizards, Come Into My Trading Room etc), encontrei-me hoje lendo um texto simplesmente de John Maynard Keynes. É importante dizer que apesar de ter noção da importância desse senhor para a economia, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a leitura de muito conteúdo a respeito da Análise Técnica (<a href="http://leandrostormer.com.br">LeandroStormer</a>, <a href="http://livestream.com/pregaoaovivo">Pregão ao Vivo da XP</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jesse_Lauriston_Livermore">Jesse Livermore</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_New_Market_Wizards">The New Market Wizards</a>, <a href="http://www.amazon.com/Come-Into-My-Trading-Room/dp/0471225347">Come Into My Trading Room</a> etc), encontrei-me hoje lendo um texto simplesmente de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Maynard_Keynes">John Maynard Keynes</a>. É importante dizer que apesar de ter noção da importância desse senhor para a economia, não conheço muita coisa de sua vida e obra &#8212; para não dizer que não conheço nada. Felizmente, isso não me impede de querer ler parte de sua obra e &#8211;para minha alegria&#8211; encontrar textos que completam minhas leituras sobre a Análise Técnica (AT).</p>
<p>Começo, então, com <a href="http://ebooks.adelaide.edu.au/k/keynes/john_maynard/k44g/chapter12.html">trecho do original</a> (afinal, é sempre melhor beber da fonte):</p>
<blockquote><p>It would be foolish, in forming our expectations, to attach great weight to matters which are very uncertain. It is reasonable, therefore, to be guided to a considerable degree by the facts about which we feel somewhat confident, even though they may be less decisively relevant to the issue than other facts about which our knowledge is vague and scanty. For this reason the facts of the existing situation enter, in a sense disproportionately, into the formation of our long-term expectations; our usual practice being to take the existing situation and to project it into the future, modified only to the extent that we have more or less definite reasons for expecting a change.</p>
<p>The state of long-term expectation, upon which our decisions are based, does not solely depend, therefore, on the most probable forecast we can make. It also depends on the <em>confidence</em> with which we make this forecast — on how highly we rate the likelihood of our best forecast turning out quite wrong. If we expect large changes but are very uncertain as to what precise form these changes will take, then our confidence will be weak.</p></blockquote>
<p>A partir da leitura desse breve trecho, percebe-se que o próprio Keynes descreve um padrão de comportamento bastante comum para todos nós: baseamos nosso processo de tomada de decisão quando nos sentimos mais confiantes no sucesso à frente. Lógico.</p>
<p>Mas justamente aí reside um grave problema: todo o conhecimento acumulado por alguém pode ser insuficiente para a tomada de decisão correta, ou seja, por mais que alguém se sinta confiante, a decisão poderá ser completamente equivocada. Como traders isso acontece conosco a todo momento (se não há um plano traçado, um setup previamente definido).</p>
<p>Fato interessante é Keynes afirmar que é absolutamente convencional analisarmos a situação atual e projetá-la no futuro, sabendo que há razões (ou quaisquer variáveis?) que podem provocar alguma mudança. (E não fazemos isso o tempo todo?)</p>
<p>Assim, ele caminha para o conceito de confiança segundo o qual fazemos as previsões de mercado. &#8220;Se esperamos grandes mudanças, mas não sabemos como elas ocorrerão, então, nossa confiança é menor&#8221;.</p>
<p>De fato, por mais que todos os osciladores indiquem uma possível alta, ela de fato só ocorrerá se os preços a confirmarem. Assim, procuramos basear as previsões em todos os tipos de sinais que julgamos convenientes (para cara trader, segundo seu próprio modelo de trabalho, seja day trader, swing, position ou qualquer outro modelo ainda não classificado) &#8212; sabendo que elas ainda podem falhar. E caso isso ocorra há que se sair da posição, rever a estratégia e corrigi-la se necessário.</p>
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		<title>A ideia pré-moderna de autoria</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Autoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Para Burke (1995), &#8220;What distinguishes promodern conceptions of authorship is their assumption that discourse is primarily and affair of public rather than private consciousness&#8221;. Se assim for, será que vivemos uma retomada da consciência pública de autoria? O fato de centenas de milhares de posts serem publicados no mesmo instante ou vídeos serem publicados no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Para Burke (1995), &#8220;What distinguishes promodern conceptions of authorship is their assumption that discourse is primarily and affair of public rather than private consciousness&#8221;.</p></blockquote>
<p>Se assim for, será que vivemos uma retomada da consciência pública de autoria? O fato de centenas de milhares de posts serem publicados no mesmo instante ou vídeos serem publicados no Youtube a cada segundo não reflete essa autoria pública, essa autoria de todos?</p>
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		<title>Publicação para todos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 19:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando a publicação deixa de ser difícil para ser praticamente fácil, as pessoas acostumadas ao antigo sistema muitas vezes consideram frívola a publicação por amadores, como se publicar fosse uma atividade intrinsecamente séria. Mas nunca foi [...] Uma atividade que antes parecia intrinsecamente valiosa revelou-se apenas casualmente valiosa, como demonstrado por uma mudança da economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Quando a publicação deixa de ser difícil para ser praticamente fácil, as pessoas acostumadas ao antigo sistema muitas vezes consideram frívola a publicação por amadores, como se publicar fosse uma atividade intrinsecamente séria. Mas nunca foi [...] Uma atividade que antes parecia intrinsecamente valiosa revelou-se apenas casualmente valiosa, como demonstrado por uma mudança da economia (Shirky, 2010).</p></blockquote>
<p>E os editores &#8211;como eu&#8211; perguntam-se agora se é o final dos tempos! Afinal, a publicação e toda a gestão editorial ficou barata e, pior, mostrou-se pouco valiosa. Será mesmo?</p>
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		<title>Passividade</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 19:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[[...] A sociedade, a princípio, nunca sabe bem o que fazer com qualquer excedente [...] A vida no mundo desenvolvido inclui uma quantidade enorme de participação passiva: no trabalho, somos malandros e, em casa, somos bicho-preguiça [...] Ao ler A cultura da participação, de Shirky, deparo-me com o trecho acima que ressoa em minha mente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>[...] A sociedade, a princípio, nunca sabe bem o que fazer com qualquer excedente [...] A vida no mundo desenvolvido inclui uma quantidade enorme de participação passiva: no trabalho, somos malandros e, em casa, somos bicho-preguiça [...]</p></blockquote>
<p>Ao ler <a href="http://www.olivreiro.com.br/livros/?acao=ler_livro&amp;uid=3021968">A cultura da participação</a>, de Shirky, deparo-me com o trecho acima que ressoa em minha mente. Parece-me que quando estamos no escritório na verdade queremos estar em casa. Se estamos em casa, ficamos enjoados e queremos voltar ao trabalho. Na escola, não queremos estudar e não suportamos a ideia de fazer um teste. Se estamos &#8220;parados&#8221; em relação ao estudo, dizemos que estamos &#8220;há muito tempo sem estudar&#8221;.</p>
<p>Nunca satisfeitos, nunca contentes.</p>
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		<title>Pessoas compram livros</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 13:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Capa dura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Sebos]]></category>

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		<description><![CDATA[Meses atrás, conversava com um aluno do Senac e ele me dizia que um outro professor comentou que os livros impressos não serão substituídos pelos livros digitais porque as pessoas gostam de comprar as versões impressas muito mais do que gostam de baixar os modelos eletrônicos. Devo dizer que concordo com a opinião desse professor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meses atrás, conversava com um aluno do Senac e ele me dizia que um outro professor comentou que os livros impressos não serão substituídos pelos livros digitais porque as pessoas gostam de comprar as versões impressas muito mais do que gostam de baixar os modelos eletrônicos. Devo dizer que concordo com a opinião desse professor. Afinal, é muito mais agradável abrir as páginas do livro, poder escrever seu nome na folha de rosto e ter a liberdade de escrever nas margens (ainda que você não o faça). Em verdade, o argumento do professor também inclui o seguinte: <strong>há pessoas que cultivam o hábito de comprar livros &#8212; independentemente se vão ler ou não</strong>.</p>
<p>Qual não é minha surpresa ao ler <a href="http://ijb.cgpublisher.com/product/pub.27/prod.99"><strong>If it isn&#8217;t on the internet, it doesn&#8217;t exist</strong></a>, de Mark Perlman, pois o autor comenta algo muito parecido com essa ideia de que as pessoas gostam de simplesmente comprar livros.</p>
<p>Ele comenta que anos atrás era comum o fato de sebos praticarem preços altos para determinados tipos de livros &#8212; edições especiais, edições capa dura, obras raras &#8212; pois os vendedores sabiam que cedo ou tarde alguém apareceria disposto a pagar um preço mais alto para ter justamente aquela <strong>preciosidade</strong>. Faz sentido.</p>
<p>[custom_frame_left shadow="on"]<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-316" title="bookshop" src="http://nishizawa.com.br/jun/wp-content/uploads/2012/02/bookshop.png" alt="" width="600" height="200" /><br />
[/custom_frame_left]</p>
<h1>Comprar livros é legal</h1>
<p>Contudo, Perlman comenta que esse movimento &#8212; essa coisa do ir até o sebo para passar horas devorando prateleiras &#8212; está <strong>morrendo</strong>, pois bastam alguns clicks para se achar qualquer livro na internet. Assim, ao longo dos anos o que se percebeu foi justamente um estouro nas buscas e uma diminuição no longo prazo, provocando até mesmo uma queda no valor dos livros comercializados.</p>
<p>Será mesmo que a internet liquidou o antigo hábito de se ir à livraria como um hobby? Será que as obras raras ou edições especiais foram todas compradas pelos colecionadores? Fico a pensar se ao invés de publicarmos livros digitais a R$9,99 deveríamos, sim, pensar em edições de luxo.</p>
<p><strong>Que maravilha: capa dura, folhas guarda, capitulares, ilustrações e cores.</strong></p>
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		<title>Curso de Análise Técnica &#8211; Nova data!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 18:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, é com alegria que anunciamos nova data para o curso de Análise Técnica. Várias pessoas estavam perguntando quando haveria nova turma, e a nova data finalmente chegou! Se você é um dos interessados, procure reservar logo uma vaguinha Para detalhes, entrem no menu Análise Técnica ou cliquem aqui mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, é com alegria que anunciamos nova data para o curso de Análise Técnica. Várias pessoas estavam perguntando quando haveria nova turma, e a nova data finalmente chegou! Se você é um dos interessados, procure reservar logo uma vaguinha <img src='http://nishizawa.com.br/jun/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para detalhes, entrem no menu Análise Técnica ou <strong><a href="http://nishizawa.com.br/jun/?page_id=56">cliquem aqui mesmo</a></strong>.</p>
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		<title>Valor #1 Marca</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 19:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Jun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[There are established authors, like Nyree Belleville, who says she&#8217;s earned half a million dollars in the past 18 months selling direct rather than through a publisher. Há algum tempo afirma-se que vivemos um momento histórico bastante peculiar: parece que a autopublicação surgiu para ficar, e as editoras precisam se mover para encontrar novos caminhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>There are established authors, like Nyree Belleville, who says she&#8217;s earned half a million dollars in the past 18 months selling direct rather than through a publisher.</p></blockquote>
<p>Há algum tempo afirma-se que vivemos um momento histórico bastante peculiar: parece que a autopublicação surgiu para ficar, e as editoras precisam se mover para encontrar novos caminhos para se manterem como organizações estáveis e lucrativas. O trecho acima, retirado do <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203554104577002230413747366.html"><strong>NYTimes</strong></a>, reforça a teoria.</p>
<p>Consequentemente, surgem algumas dúvidas em relação ao processo editorial como um todo e como ele persistiu durante tanto tempo. Afinal, se há escritores publicando a si mesmos, por que nem todos o fazem? Alguns conceitos podem nos ajudar a encontrar a resposta.</p>
<h1>Marca</h1>
<p>Marca (ou Branding ou Brand ou Brand Management) pode ser considerada uma técnica valiosa de <strong>Marketing</strong>. Pode ser simplesmente um desenho, um nome, um termo especial que retrata uma organização ou um produto. Perceba que é uma ideia boba, mas bastante difícil de ser solidamente definida. Sua influência, porém, é avassaladora.</p>
<p>Meses atrás tentava justamente explicar o conceito de Marca para alguns alunos, mas estava com muita dificuldade de explicar a real aplicação do <strong>poder da marca</strong> para um dos estudantes. Naquele instante, uma das alunas veio com a seguinte história em meu auxílio:</p>
<p>⎯ João, você vende laptops na loja onde trabalha, não é?</p>
<p>⎯ Sim.</p>
<p>⎯ Certo. Tenho certeza de que você tem produtos &#8220;sem marca&#8221; que custam 500 reais e outros, &#8220;de marca&#8221;, que custam o dobro ou o triplo.</p>
<p>⎯ Sim.</p>
<p>⎯ Suponha que eu tivesse dois laptops com a mesma configuração, mas o primeiro não tem marca, e o segundo é de uma marca bastante conhecida, como uma HP, por exemplo. Qual você compraria?</p>
<p>⎯ O HP, é lógico.</p>
<p>⎯ <strong>Sacou, agora?</strong></p>
<p>[custom_frame_left shadow="on"]<br />
<img class="aligncenter size-medium wp-image-306" title="marca" src="http://nishizawa.com.br/jun/wp-content/uploads/2012/02/marca.png" alt="" width="600" height="200" /><br />
[/custom_frame_left]</p>
<p>Confesso que a ilustração foi excelente. A Marca dá (ou não) crédito ao produto, valoriza-o (ou o deprecia) &#8212; muito embora o produto em si possa ser exatamente o mesmo.</p>
<h1>Para refletir</h1>
<ul>
<li>Nós creditamos igualmente um livro autopublicado sobre design e um livro autopublicado da 2AB?</li>
<li>Qual a editora nacional referência em livros de ficção? Você daria o mesmo peso a uma ficção nacional autopublicada?</li>
<li>Ainda: em sua mente, você acredita que algumas marcas editoriais possuem mais qualidade que outras?</li>
</ul>
<h1>Tratamento</h1>
<ul>
<li>Uma marca mais solidificada no mercado pode abrir portas para seus livros;</li>
<li>Uma marca com mais tempo de vida tende a ser mais respeitada e valorizada;</li>
<li>Marcas acadêmicas de prestígio são mais valorizadas por docentes.</li>
</ul>
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